A Objetividade na oração (Mt 6.6-8) (2)

Biblicamente aprendemos que “a finalidade da oração é expressar a Deus nosso reconhecimento de que Ele sabe o que temos necessidade”.[1] Não precisamos ficar com repetições gaguejantes e intermináveis porque Deus sabe do que necessitamos. A Bíblia, mesmo sem exclusivisar como corretas as orações breves, nos apresenta uma série de Leia mais…

palavras

A Objetividade na oração (Mt 6.6-8) (1)

  Jesus nos ensina a não usarmos em nossas orações “vãs repetições” (ARA; ACR; BJ) ou “palavras vãs” (ARC). A expressão usada por Cristo (Battaloge/w “battalogeõ”), que só ocorre aqui, parece ser onomatopeica, significando “falar sem sentido”, “balbuciar”, “repetir palavras ou sons inarticulados”, “falar sem pensar”, “falar futilmente”, “gaguejar”, “dizer Leia mais…

duas pessoas conversando

Saber ouvir, uma virtude teológica (1)

“Por isso, também eu, tendo ouvido” (Ef 1.15).   Na Carta aos Efésios, o Apóstolo Paulo, após descrever em forma doxológica aspectos dos grandes feitos de Deus de eternidade à eternidade, tendo como ponto fundamental a sua graça abençoadora que nos elege, redime, adota e sela (Ef 1.3-14), agora, volta-se Leia mais…